A saber

Chesterton diz em ”O Homem Eterno” que um católico não pode escrever como se não o fosse, e isso é tudo.

Há muitas formas de me apresentar, e há uma historinha engraçadinha que assim diz: ”No meu primeiro dia de aula, a professora chamou um tal de Antonio Carlos na lista de presença e ninguém respondeu. Foi assim por uma semana, então chamaram os pais do menino, que ficaram indignados com a situação, pois deixavam o menino todo dia na escola. Foi aí, aos seis anos, que descobri que meu nome não era Carlinhos.” Não sei de quem é a autoria, mas muito diz sobre mim, que pouco sei a meu respeito e sobre as coisas.

Me chamo Brígida, nasci em 1998. Moro no estado de São Paulo.

Escrevo como quem fala sozinha para um milhão de pessoas. Mudo de ideia, aprendo coisas, esqueço coisas e, principalmente, sinto coisas.

Não fui eu quem escreveu um texto de seis meses, quatro meses, duas semanas atrás. Já esqueci.

Obrigada pela visita, fique muito a vontade.

 

 

 

 

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