Alegria!

Que a amargura da vida me perdoe
Mas não comerei de seu fruto.
Chorarei a tristeza dos tristes
Como cantarei a felicidade dos meus!

Quando chegar a noite, dormirei
E não terei pressa de acordar
O Sol há de nascer lá pelas seis
E meus lençóis serão asas!

Estou contente porque o amor
Bateu a minha porta:
“Saí pelas janelas e de novo vou entrar
Esqueceste-me em um baú
E agora clamas por mim”

Respondi, já convencida:
”Amor, sentido de minha vida
Eu tinha olhos, ouvidos e boca
Tinha mãos! E, ainda assim,
Não tinha ânimo, ó doçura dos dias,
Para vê-lo a frente de mim.”

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